sábado, 30 de maio de 2009

Coisa boa, atoa.

Eu sinto o peso e a proporção do futuro sobre mim. Enquanto que esse cotidiano aparentemente agradável é, na verdade, um truque de consciência para permitir o fator existência.
O existir e o cotidiano são de uma complexidade que eu nem sei.
Caminho num chão de esperança, tendo como paisagem a sinceridade e algum valor das coisas e dos outros; acrescido, porém, de palavras e gestos medidos que me cansam e me delatam, com uma certeza matemática, a efemeridade, toda presente.
Estamos aqui, coisa boa ou atoa?Fica perguntado.

1 comentários:

Rodrigo disse...

Eita incógnita difícil de decifrar, será que é uma coisa boa ou atoa?

Perfeita sua colocação, penso parecido, e tenho a mesma dúvida.

Parabéns pelo blog.