A transitoriedade das coisas e dos outros é necessária;sempre a ví como desgraça em que, com a coisificação do tudo,vía-se a imparcialidade das pessoas ,o receio ,a troca do alguém por algo. O outro passando de indíviduo a objeto.
Como curar o que não te valeu a pena?Como cicatrizar a ferida que te rasgou a alma?Acredita, você,que nem tudo o que carregamos é necessário.Tem lixo ao teu redor e em você;e precisas limpá-lo.
Se quando te dizem que o tempo é o curador, mesmo que lhe conceda a cura parcial do sofrimento,então te digo que tua capacidade de limpar tua própria alma é sobrepujante ao tempo.Você é seu tempo,e ele pode ser curto ou longo.
Essa incapacidade que eu tinha de entender que nem tudo me importa: covardia ou inexperiência? E quem se importava?Só eu me importava: era eu acreditando e o outro se esquivando(coitado de mim).Mas ao menos pude perceber que queria ser atemporal,e que não queria ser Eu, queria ser tudo.O passado é base,mas já foi vivido. Subverti minha vida,agora eu fico é no presente,com um olhar atento ao passado apenas pra não deixar morrer em mim o que ainda me faz ser Eu. O futuro me espera.
É tanta informação,são tantas pessoas,é tanta coisa.
Eu escolho meu caminho,eu escolho o que é especial e o que não é.E não basta eu ecolher,tenho que ser escolhido;senão,não é por inteiro,é coisa incompleta,é coisa transitório e efêmera.É aperto de mão,não é abraço.
domingo, 26 de outubro de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)

0 comentários:
Postar um comentário